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FIRED

 

Por  Eder Chiodetto (2013)

Uniformizar implica, necessariamente, em deformar. Essa deformação do estado original de algo atua no sentido de criar um padrão. Quando aplicado a profissionais, a uniformização visa priorizar uma função social em detrimento da identidade individual. A pessoa deixa de ser uma referência única, para encarnar um coletivo. Logo, um uniforme deflagra a mutação de um protótipo em um arquétipo. (mais…)

EL CUERPO CUESTIONADO

Por Adriana Raggi y Bruno Bresani (Las disidentes – colectivo de reflexión y creación – México)

La pregunta, el cuestionamiento, la interrogante que Cris Bierrenbach (São Paulo, 1964) nos pone sobre la mesa, que nos embarra en nuestra mirada y en el pensamiento es el cómo habito mi cuerpo, mi epidermis, mi sexo, (mais…)

O REVERSO DO ESPAÇO

Por Marta Bogéa (2010)

Um véu, leve, como tela suspensa, constrói as paredes fluidas de um labirinto de tijolos. Move-se delicadamente na travessia do corpo ao percorrer seus corredores. (mais…)

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ORANGE GARDENS

Por Silvia Paes Barreto (Fundação Joaquim Nabuco / 2010)

Em algum momento, ao longo de uma promissora carreira como fotojornalista, Cris Bierrenbach se viu instada a ir além dos limites da prática convencional em fotografia, associando a atuação como repórter a investigações autorais neste campo. (mais…)

VÁCUO (Moçambique)

Por Jorge Menna Barreto (2010)

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CORPO ESTRANHO

Por Helouise Costa (2005)

O trabalho de Cris Bierrenbach coloca questões totalmente  diversas. Eu vou tratar  aqui de uma série intitulada Retrato íntimo – fotografia  transparente,  realizada no início desse ano e exposta em março na Galeria Vermelho em São Paulo.

Essa série é constituida de cinco imagens: radiografias de uma mesma parte do corpo da artista,  que abrange do estômago até  o início  dos joelhos. São imagens muito próximas das radiografias usadas nos exames médicos, tanto  pela escala, quanto pela tomada.  (mais…)

CUT

Por  Hercules Goulart Martins ( 2005)

The following exhibition of  Huisrechts will take place on  the 30th of  October 2004 with the brazilian  photographer, performer and video maker Cris Bierrenbach. She lives and works in Sao Paulo city and for many years she worked as a photographer for the major brazilian newspaper Folha de Sao Paulo. At this newspaper she covered a wide range of themes varying from social violence, political events to fashion and cultural issues. (mais…)

ARTE NUA E CRUA

Por Miguel Chaia (2005)

Na arte contemporânea, as fotografias de Cris Bierrenbach são porradas visuais que atordoam o olhar. Nelas o corpo surpreende e colocamos em dúvida o sentido do termo humano. Cada imagem é um enigma a ser decifrado, imprimindo nova direção ao gozo estético propiciado historicamente pela fotografia. (mais…)

EXPLICIT ART

Por Miguel Chaia (2005)

Cris Bierrenbach’s photographs are visual punches in which the body surprises us and leaves us in doubt as to the meaning of the word “human”. (mais…)

THE UNDERSKIN OF THE SKIN

Performing Embodiment “Through the Looking Glass,” an installation by Cris Bierrenbach

Por Cynthia Bodenhorst ( 2005)

“The eye can confer the active gift of love upon bodies which have long been accustomed to neglect and disdain.” Kaja Silverman, The Threshold of the Visible World (mais…)